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Principais Momentos do confronto entre Braga e Benfica

Principais Momentos do confronto entre Braga e Benfica

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Victor Gómez: A versatilidade e a segurança que o defesa espanhol traz ao Braga, tanto no ataque quanto na defesa, elevam o nível da equipe. No sistema tático híbrido do técnico espanhol, durante o confronto com o Benfica, Victor Gómez exerceu várias funções ao longo do jogo: atuou como defesa-central pela esquerda na fase defensiva, lateral esquerdo em determinados momentos e frequentemente apareceu em zonas interiores quando a equipe atacava. Considerando que o Braga prioriza o corredor direito como sua principal via de ataque, a atuação de Victor Gómez foi crucial nesse processo ofensivo, sendo que foi a partir das superioridades criadas nesse corredor que surgiu o segundo golo do Braga.

Ricardo Horta e Rodrigo Zalazar: A importância de Ricardo Horta e Rodrigo Zalazar no processo ofensivo do Braga é indissociável. Com liberdade posicional concedida pelo treinador Carlos Vicens, ambos podem combinar, explorar espaços interiores e criar superioridades, potencializadas pela alta qualidade técnica que apresentam. Após um início de temporada em que o treinador preferiu manter os jogadores mais abertos, a equipe passou a beneficiar dessa maior liberdade, gerando movimentos de fora para dentro. No corredor direito, essa dinâmica é ainda mais acentuada pela projeção de Victor Gómez, que pode jogar por dentro ou por fora e se apresenta em profundidade. Contra o Benfica, essas movimentações foram essenciais, ajudando a pressionar e afundar os médios adversários próximos da defesa.

Fredrik Aursnes: O médio norueguês teve um papel relevante no jogo do Benfica, especialmente na segunda parte, quando começou a se desmarcar com mais frequência em movimentos de fora para dentro, permitindo ao mesmo tempo que Amar Dédic ocupasse largura e se beneficiasse de suas projeções. No primeiro tempo, José Mourinho posicionou Aursnes em uma linha de cinco defensiva, tentando conter as movimentações de Leonardo Lelo. Contudo, como o principal foco ofensivo do Braga estava no corredor direito, o técnico teve que ajustar essa dinâmica, passando a Amar Dédic a responsabilidade de pressionar Lelo. Com maior mobilidade na segunda parte e sempre se apresentando em zonas interiores, Aursnes marcou um bonito golo e foi fundamental na reação do Benfica após o intervalo.

Amar Dédic: A reação do Benfica também se deveu ao desempenho crescente de Amar Dédic, junto com Samuel Dahl, que conseguiram encontrar mais espaço nas laterais, especialmente o lateral bósnio. Com Sudakov e Aursnes flutuando para zonas interiores e atraindo marcações, Dédic começou a aparecer com mais frequência em zonas abertas, beneficiando da capacidade do Benfica em atrair o jogo para o corredor esquerdo para depois acelerar pelo lado direito, como demonstrado no lance do golo de Aursnes. Mesmo já em dificuldades na fase final do jogo, Amar Dédic manteve-se sólido defensivamente, contribuindo para travar algumas tentativas de ataque do Braga.

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