O Turismo do Alentejo intensifica a promoção internacional da região com sua participação confirmada em diversas feiras relevantes na Europa durante os meses de janeiro e fevereiro. As apresentações buscam destacar a diversidade do Alentejo e seu calendário repleto de atrações, incluindo o retorno das Festas do Povo de Campo Maior, reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Este evento ocorrerá novamente este ano após um longo período. Também estão em evidência o Baixo Alentejo, que será a Cidade Europeia do Vinho em 2026, e as atividades programadas em torno de Évora, que será a Capital Europeia da Cultura em 2027.
Assim, o Alentejo marcará presença em diversas feiras: na Matka, na Finlândia, de 16 a 18 de janeiro; na Ferien Messe, na Áustria, de 15 a 18 de janeiro; na CMT em Estugarda, na Alemanha, de 17 a 25 de janeiro; na FITUR, em Madrid, Espanha, de 21 a 25 de janeiro; na Holiday World em Dublin, na Irlanda, de 23 a 25 de janeiro; na Fespo, em Zurique, na Suíça, de 29 de janeiro a 1 de fevereiro; na Fiets en Wandelbeurs, em Utrecht, nos Países Baixos, de 13 a 15 de fevereiro; na f.re.e, em Munique, na Alemanha, de 18 a 22 de fevereiro; na Ferie For Alle, em Herning, na Dinamarca, de 20 a 22 de fevereiro; e na Fiets en Wandelbeurs, em Gante, na Bélgica, de 28 de fevereiro a 1 de março.
“Vamos ao encontro dos viajantes e do trade com um Alentejo muito concreto para os próximos meses, com grandes acontecimentos que reforçam a nossa autenticidade e capacidade de surpreender, das Festas do Povo de Campo Maior ao Baixo Alentejo como Cidade Europeia do Vinho, sem esquecer a energia cultural que já se está a construir rumo a Évora 2027”, afirma José Manuel Santos, presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo. “Queremos também mostrar, de forma clara, que o Alentejo é um destino para ser usufruído ao longo de todo o ano, pela diversidade da oferta e pela forma como combina diferentes experiências, da hotelaria ao contraste entre costa e interior, das atividades na natureza e no patrimônio às propostas culturais, sem esquecer a força da nossa enogastronomia, que é um dos grandes motivos para regressar.”
















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