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Faculdade de Direito não registrou queixas contra ex

Faculdade de Direito não registrou queixas contra ex

O ex-assistente do Ministério da Justiça, detido preventivamente sob suspeitas de abuso sexual de menores, não havia sido alvo de reclamações na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), onde dava aulas, informou hoje a instituição.

“Não foi recebida qualquer queixa formal ou informal sobre o Dr. Paulo Abreu dos Santos”, declarou a FDUL em resposta à agência Lusa.

O ex-assessor da antiga ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, foi preso na última quinta-feira pela Polícia Judiciária e, de acordo com a TVI/CNN, foi flagrado durante uma busca em sua residência, onde foram encontrados arquivos que o comprometem em crimes de caráter sexual envolvendo crianças.

Dois dias depois, o tribunal decidiu pela prisão preventiva do indiciado, que atuou no Ministério da Justiça em 2023 e 2024, confirmou uma fonte policial à Lusa.

Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está acusado de mais de 500 crimes relacionados à pornografia infantil e dois por abuso sexual de crianças.

Em decorrência deste caso, a FDUL suspendeu o contrato de trabalho de Paulo Abreu dos Santos, que atualmente era assistente convidado na instituição.

Em 2024, a faculdade instituiu a Comissão Independente de Prevenção, Avaliação e Combate ao Assédio, que até o momento não recebeu qualquer denúncia contra esse docente.

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