A paralisação geral marcada para esta quinta-feira, 11, provocou o fechamento de várias escolas na região de Portalegre, evidenciando uma mobilização que, conforme apontado pelo Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), “superou as expectativas”.
Segundo o sindicato, a greve demonstra “uma mensagem clara e frontal” dos educadores, investigadores e outros trabalhadores de protesto contra o pacote de reformas laborais proposto pelo governo, que, de acordo com o SPZS, compromete direitos, agrava a exploração e beneficia interesses econômicos em detrimento dos trabalhadores.
O SPZS declara que “a proposta apresentada pelo governo representa um retrocesso civilizacional, empurrando Portugal para lógicas laborais típicas do século XIX”. Entre os aspectos mais criticados estão as medidas que enfraquecem a proteção dos trabalhadores, aumentam sua vulnerabilidade em relação aos empregadores e deterioram as condições de trabalho, sem levar em consideração fatores humanistas ou sociais.
As escolas que encerraram suas portas incluem instituições de diversos municípios do distrito, como: AE de Castelo de Vide, EB1 das Alcáçovas – Elvas, EB1/JI de Avis, EB1 da Praceta, EB1 dos Assentos, EB 2 Cristóvão Falcão – Bonfim, AE de Monforte, EB de Vila Boim, AE do Crato, EB 2,3 José Régio, AE de Avis, Centro Escolar de Campo Maior, Escola Secundária de Campo Maior, EB1 da Boa Fé, 2º e 3º ciclos e secundário de Nisa, EB1 de Santa Luzia – Elvas, EB 2,3 Adelaide Cabete – Elvas, Boa Fé, EB 1 do Atalaitão e AE de Gavião.
















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