José António Botelheiro Lança Nova Obra Literária sobre Arronches

José António Botelheiro Lança Nova Obra Literária sobre Arronches

Durante a apresentação do seu livro intitulado ‘Soutos do Alentejo – Memórias do Porto da Espada’, José António Botelheiro, que, embora não seja originário do concelho, escolheu viver em Arronches, aceitou o desafio de criar uma obra dedicada à vila que o acolheu.

O convite foi prontamente aceito e, no domingo, 12, o Convento de Nossa Senhora da Luz foi o cenário escolhido para a apresentação da obra ‘Arronches – A Terra Onde Não Chovia’, que teve o autor acompanhado na mesa pelo presidente da Câmara Municipal, João Crespo, e pela vereadora Maria João Fernandes, bem como pelo editor Fernando Mão-de-Ferro e pelo seu amigo de longa data, Daniel Balbino.

A cerimónia teve início com uma breve apresentação de um grupo de saias de Campo Maior, que mantém uma relação de amizade com o autor, antes das palavras do presidente da câmara. João Crespo expressou o enorme prazer do Município em apoiar a publicação desta obra importante sobre a vila de Arronches, evidenciando o compromisso do concelho com a cultura, o que foi visível ao longo do fim de semana.

Seguiram-se as intervenções de Daniel Balbino, amigo próximo do escritor e autor do prefácio, que também já foi convidado a desenvolver um projeto relacionado com a vila. Sendo profundo conhecedor da história de Arronches, conseguiu relacionar o conteúdo do livro com a sua herança, comentando que, ao lê-lo, sentiu que estava a percorrer as ruas de Arronches.

Fernando Mão-de-Ferro, representando a editora, enfatizou que o livro retrata eventos que realmente ocorreram, expostos por quem os viveu e agora os relata, vendo-o como um documento histórico que evoca um período desafiador.

Por sua vez, José Botelheiro, autor da obra, esclareceu que o livro nasceu após uma extensa pesquisa sobre a essência, a fé, as origens e as paisagens de Arronches, abordando temas como economia, seca, agricultura e desenvolvimento local. Também compartilhou que o título foi inspirado por uma suposta “maldição” relacionada à escassez de chuva na região.

A tarde concluiu com uma apresentação musical do Grupo das Pedrinhas de Arronches, seguida de uma breve sessão de autógrafos no local.

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