Detido ladrão que atacou vendedor de loja de telemóveis em Campolide
A Polícia de Segurança Pública (PSP) prendeu, no dia 17 de dezembro, o suspeito de ter esfaqueado um empregado de uma loja de telemóveis em Campolide, Lisboa, durante um assalto.
Num comunicado dirigido ao Notícias ao Minuto, a PSP revelou que o detido, de 30 anos, também é suspeito de outros crimes em investigação, tanto na cidade de Lisboa como nas suas redondezas.
O indivíduo foi preso na Estação da CP de Barcarena, em cumprimento de ordens de detenção emitidas pela Autoridade de Polícia Criminal, mesmo sem ser apanhado em flagrante.
Conforme recorda a PSP, no dia 11 de dezembro, o suspeito entrou numa loja de telemóveis na Rua de Campolide com o objetivo de roubar o dinheiro do caixa, ameaçando o funcionário com uma faca. Quando este reagiu, tentando evitar o assalto, houve uma luta física em que o suspeito golpeou o lojista seis vezes com a faca.
A vítima precisou ser submetida a uma cirurgia no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
A PSP, que já estava a investigar o suspeito, conseguiu reunir evidências que indicam que ele pode ser responsável por “vários assaltos violentos na cidade de Lisboa, onde ameaçava as vítimas com uma faca, como ocorreu no assalto à loja de telemóveis”.
Outros casos de assaltos violentos. Um deles incluiu uso de “mata-leão” contra a vítima
Em um desses assaltos, o detido, acompanhado de outro homem, atacou um jovem na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, utilizando um “mata-leão”, enquanto o outro ladrão roubava a carteira da vítima, que continha dinheiro, documentos e cartões multibanco. Com um dos cartões roubados, os assaltantes realizaram compras em um McDonald’s e adquiriram tabaco em um posto de gasolina.
Dessa forma, os investigadores conseguiram coletar provas que indicam o suspeito como autor de cinco roubos, sendo quatro deles realizados com a ameaça e uso de faca.
O detido, que já possui antecedentes por crimes semelhantes e cumpriu pena de prisão por roubo, foi apresentado ao juiz do Juízo Central de Instrução Criminal, onde lhe foi aplicada a medida de coação mais severa, a prisão preventiva.
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